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Cada vez mais comuns e procurados por pacientes, os tratamentos humanizados têm sido alternativas para aqueles que buscam novos formatos para cuidar de sua saúde. As medicinas alternativas ganham cada vez mais espaço e caem no gosto da população, já que costumam ser menos invasivas, complementares e, algumas vezes, mais eficientes.

A medicina integrativa é uma prática médica que se preocupa em tratar o paciente focando não só na sua doença, mas sim no paciente como um todo. Ela é baseada em evidências, utilizando abordagens terapêuticas adequadas para cada necessidade do indivíduo, olhando para ele de maneira integrada, com o objetivo de conquistar o melhor resultado para sua saúde. Neste artigo, fizemos um guia completo sobre terapias que pode te ajudar a entender melhor como elas funcionam.

Para oferecer o melhor tratamento para o paciente, a medicina integrativa reúne profissionais de diversas áreas e formações, já que a pluralidade de profissionais é fundamental para obter o melhor resultado das análises realizadas. Nesta prática, além da medicina convencional, adota-se a medicina tradicional que inclui técnicas de respiração, meditação, relaxamento, atenção plena e fitoterápicos – sempre acompanhando e garantindo que seja confirmado melhorias em históricos anteriores.

Como funciona a medicina integrativa?

Para fazer um diagnóstico na medicina integrativa todos os pontos da vida do paciente são levados em consideração. São eles: rotina, alimentação, personalidade, forma de se relacionar com o mundo, saúde mental e questões espirituais. Com base nas informações levantadas, o profissional faz um diagnóstico e desenvolve um plano de tratamento específico para a sua necessidade.

Nesta prática o paciente tem papel fundamental: ele tem um papel chave no seu próprio tratamento. Isso significa que ele deixa de ser tratado apenas por medicamentos e passa a entender que a qualidade de sua saúde depende, muitas vezes, dele mesmo e dos seus hábitos de vida. 

O objetivo principal não é apenas curar uma doença específica, mas melhorar a qualidade de vida do paciente como um todo. Ainda assim, algumas metas são estipuladas, para que seja feito um acompanhamento do desempenho e desenvolvimento daquele paciente ao longo do tratamento. 

Princípios da medicina integrativa 

A modalidade possui alguns fundamentos, que norteiam o tratamento e ajudam a entender quais serão as estratégias usadas para cada necessidade. São elas:

  • O paciente e o médico trabalham juntos no processo de cura – nenhum deles conseguem chegar ao resultado esperado caso essa parceria não funcione da maneira ideal;
  • Todas as áreas que interferem, de alguma forma, a saúde, o bem-estar e a doença são levados em consideração. Isso inclui a mente, o espírito, a comunidade e o corpo;
  • A utilização da medicina convencional atrelada à medicina integrativa facilita a resposta de cura do corpo;
  • As intervenções menos invasivas e mais naturais podem (e devem) ser utilizadas sempre que possível;

Quais são as práticas da medicina integrativa?

A medicina integrativa utiliza de diversas práticas para tratar e curar doenças de pacientes, sejam eles idosos ou não. O que definirá quais delas serão usadas é o diagnóstico, que deve ser feito por um profissional capacitado da área. Selecionamos aqui algumas que estão dentro deste grupo:

 

  • Aromaterapia: utiliza as propriedades dos óleos essenciais para recuperar o equilíbrio e a harmonia do organismo
  • Arteterapia: é a prática expressiva artística e visual que atua como elemento terapêutico na análise do consciente e inconsciente, unindo o universo interno e externo do indivíduo
  • Ayurveda: utiliza recursos naturais para desenvolver um sistema único de cuidado agregando corpo físico, mental e espiritual
  • Pilates: exercícios físicos focados na força, equilíbrio, flexibilidade e resistência muscular. Entenda a importância do pilates para idosos neste artigo.
  • Meditação: consiste em treinar o foco da atenção, diminuindo o pensamento repetitivo, a ansiedade e melhorando o sistema cognitivo
  • Yoga: utilizada para o corpo e mente, que é associada à prática de meditação. Confira neste artigo os benefícios da yoga para a terceira idade.

 

Quais são as vantagens de adotar a medicina integrativa?

Na medicina que estamos acostumados (conhecida como medicina biomédica) o foco é sempre tratar doenças considerando apenas os seus fatores biológicos, sem considerar outros aspectos individuais das pessoas que podem ter relação com a doença diagnosticada e que podem interferir diretamente em seu tratamento.

Já a medicina integrada leva em consideração todo o histórico individual da vida da pessoa, e que na grande maioria das vezes, tem relação com o que foi diagnosticado. Isso não quer dizer que o modelo biomédico esteja errado, quer dizer apenas que existem outras vertentes que podem complementar a que já estamos acostumados a utilizar.

Além de analisar e tratar os problemas de saúde imediatos do paciente, essa técnica se concentra, também, na prevenção e na criação de hábitos mais saudáveis e um maior autocuidado, que se torna parte fundamental na construção de uma saúde mais forte e de uma maior qualidade de vida.

Por quem é feito o atendimento da medicina integrativa?

O atendimento da medicina integrativa normalmente é feito por terapeutas corporais, que são integrantes do grupo medicina integrativa e, normalmente, apoia-se em técnicas corporais não invasivas. Além disso, a prática não possui qualquer base religiosa e o tratamento sempre será definido de acordo com a necessidade de cada paciente, de maneira individual.

A prática mescla exercícios físicos (como alongamento, por exemplo) exercícios respiratórios, massagens leves (que não incluem óleos ou hidratantes) e exercícios de relaxamento que são conduzidos pela fala (voz do terapeuta). Para definir qual prática será usada com cada paciente é necessário que seja feita uma análise do seu quadro e, a partir daí, será possível entender qual se encaixa melhor à sua necessidade.

O que muda na relação entre o paciente e o profissional?

A relação entre o paciente e o profissional muda durante o tratamento de medicina integrativa. Ela deixa de ter um foco específico (geralmente em uma doença) e passa a ter um foco mais terapêutico e questionador (Como essa doença surgiu? Qual o histórico deste paciente com essa doença? Ela já fez algum tratamento? Quais tratamentos já foram realizados?). Ou seja, na medicina integrativa o foco deixa de ser a doença e passa a ser o paciente.

Além de ser algo diferente para os pacientes, a modalidade exige também um olhar diferente do profissional, que passa a ter um olhar mais aguçado e treinado, já que a ideia é criar um ambiente de conforto e bem-estar para o paciente. Por isso, parte fundamental do tratamento é saber ouvir as queixas dele e construir um caminho com soluções que seja ideal para as necessidades dele.

Se interessou pela medicina integrativa? Procure seu médico ou um profissional da saúde de sua confiança e comente seu interesse. Conte com os profissionais da Guardiões de Vidas para te apoiar neste período.

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