5 dicas para ter mais paciência com pais idosos

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Conviver com um idoso exige habilidades especiais, pois esta nem sempre é uma tarefa fácil. Os familiares e os cuidadores que auxiliam a família precisam ter em mente a importância de ter paciência com pais idosos para tornar a convivência mais harmônica.

No entanto, muitos são os desafios enfrentados pelas famílias que têm pais ou avós idosos em casa ou pessoas adultas que em breve estarão na fase senil. Assim, ter paciência com os nossos familiares pode ajudar a superar os momentos mais difíceis.

Pensando nisso, selecionamos algumas dicas preciosas que ajudam a desenvolver as virtudes necessárias e a buscar alternativas para cuidar de idosos com atenção e carinho. Boa leitura!

Como desenvolver habilidades especiais e ter paciência com pais idosos

Questões como o temperamento do idoso influencia bastante o relacionamento com ele, mas a paciência é sempre um quesito fundamental para melhorar essa relação.

Diante disso, confira as dicas mais importantes para ter paciência com pais idosos e reduzir complicações familiares:

1. Reflita sobre suas atitudes

O exemplo dado aos seus filhos influencia bastante a forma como eles cuidarão de você no futuro. Aqueles que levam a vida como se nunca fossem envelhecer, ou que pensam que terão a mesma habilidade e vigor da juventude, precisam refletir melhor sobre o ciclo da vida.

A perfeição — ou a imperfeição — da natureza humana faz com que a degeneração do corpo comece imediatamente ao nascer e, durante a vida, aumente gradativamente, até que se concretize por completo após a morte.

Mediante esse processo natural, quando a velhice chegar, não se pode afirmar se manterá a lucidez e se terá dificuldades ou não para ouvir ou enxergar. Há incertezas também quanto à definição do paladar, se as mãos serão firmes ou trêmulas e se os passos ficarão mais lentos ou não.

No estilo de vida contemporâneo, no qual as pessoas estão cada vez mais ocupadas e recolhidas em seu casulo, repensar atitudes é essencial. Fazer uma reflexão sobre a importância de desenvolver a paciência com pais idosos em sua trajetória de vida permite ter uma ideia do tipo de velhice que  espera por você.

2. Pratique a resiliência

Desenvolver a resiliência é treinar para superar os momentos difíceis e ultrapassar as barreiras agindo com sabedoria, sem ofender ou atingir as demais pessoas envolvidas.

De fato, não é tão fácil ter resiliência — e paciência — em determinadas situações durante o convívio com um idoso, principalmente mediante doenças físicas ou alterações psicológicas. Na verdade, muitos se tornam reclamões, pirracentos, chatos e não querem seguir as instruções dos familiares ou do profissional cuidador contratado pela família.

Desenvolver essas virtudes é fundamental para contornar mais facilmente as brigas e os desentendimentos. O cuidador ou os parentes próximos precisam evitar que os problemas e discussões se agravem e tornem a convivência ainda mais difícil com o tempo.

Diante da vulnerabilidade física e emocional característica dessa fase, o idoso pode ficar doente com mais facilidade. E esses desajustes familiares influenciam em seu estado mental e pode causar doenças como a depressão senil, cujas estatísticas estão cada vez mais preocupantes.

Nessas circunstâncias, é preciso desenvolver habilidades específicas e agir com sabedoria. Praticar virtudes como a tolerância, a paciência e a resiliência pode evitar que o ato de cuidar do idoso se transforme em um pesadelo.

3. Perceba as principais necessidades do idoso

Não raro, o medo de incomodar ou de dar trabalho, faz com que o idoso não fale que está se sentindo mal. Por outro lado, ele pode passar a maior parte do tempo reclamando de algum problema de saúde ou de algum pedido não satisfeito.

Por isso, é essencial manter regularmente as consultas médicas, ainda que sejam apenas como rotina ou com o intuito de tranquilizá-lo. Conversar com o médico e perceber que, de certa forma, alguém se preocupa com ele melhora o senso de utilidade e promove o bem-estar.

Procure perceber as suas principais necessidades: dê atenção à saúde bucal, aos aspectos psicológicos e o incentive a praticar atividades específicas para idosos. Fazer com que ele se sinta importante é fundamental nessa fase.

4. Compreenda as limitações típicas da idade

Boa parte das pessoas atinge a terceira idade em boas condições de saúde mental e física. Entretanto, para aqueles que têm certas limitações, até mesmo as tarefas simples do cotidiano, como tomar um banho, tornam-se uma dificuldade.

Os idosos não escolheram ser limitados, trêmulos ou com problemas para ver ou ouvir. Contudo, essa é a degeneração natural do corpo, que, na senilidade, clama  por auxílio. É como diz aquela premissa básica: “no envelhecimento, todos voltam a ser como crianças”.

E assim como quando um bebê nasce e carece de todos os cuidados, amor e atenção, na senilidade essa realidade é muito verdadeira: agora, o idoso não pode contar com a mesma habilidade e disposição de antes.

Logo, promover o respeito e ter paciência com pais idosos comprova que você entendeu que o ciclo da vida é subdividido em fases e que, com o tempo, surtirá efeito sobre todos. Faça o seu melhor e receberá o melhor. Na vida, as atitudes são como um reflexo no espelho: vívidas ou ofuscadas, sempre voltarão para nós.

 5. Zele pela qualidade de vida do idoso

Priorizar o bem-estar e promover a qualidade de vida na terceira idade é fundamental para melhorar a autoestima e, na atualidade, esses têm sido os fatores responsáveis pela longevidade do brasileiro.

Zelar pela qualidade de vida de alguém é estar mais presente. É orientar sobre roupas, higiene pessoal, alimentação, cuidados com a saúde e incentivar atividades físicas e de lazer. Tais fatores, em conjunto, são determinantes para assegurar a promoção da saúde e estabelecer meios para que o idoso tenha um viver mais saudável e equilibrado.

Se o idoso recusar suas orientações, tente refletir melhor sobre o estado físico e mental da pessoa. Coloque-se no lugar dela e imagine como você gostaria de ser tratado quando chegar a sua vez ou se estivesse doente e vulnerável.

Ser um bom ouvinte e ter paciência com pais idosos pode ser uma oportunidade para refletir um pouco mais sobre a fragilidade da vida. E mais ainda, para valorizar a importância de manter a sensatez necessária à tomada de decisões mais assertivas no cotidiano.

Quer aprender mais? Veja também quais os principais cuidados que devem ser tomados com a alimentação de idosos!

Escrito por:

Marcus Vinicius Zorub Montanha – Diretor Técnico

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