Tudo que você precisa saber sobre cuidados com a pele do idoso

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A pele é um das áreas do corpo na qual aparecem os primeiros sinais de que a maturidade se aproxima: rugas, manchinhas de sol, um pouco de flacidez, e por aí vai. Por isso, essas mudanças sugerem a necessidade de mais cuidados com a pele do idoso.  

O processo de degeneração que ocorre no envelhecimento faz com que a pele —  principalmente a camada mais externa — reduza a oleosidade, a elasticidade e a capacidade de hidratação. 

Dada a importância desse tema em relação à saúde e às condições de vida do idoso, abordaremos aqui os principais cuidados exigidos pela pele na terceira idade. Acompanhe! 

Entenda as particularidades da pele do idoso 

O envelhecimento é um processo progressivo e dinâmico, no qual ocorrem alterações morfológicas, fisiológicas, estruturais, bioquímicas e psíquicas. Tais modificações determinam a redução gradual da capacidade de adaptação ao meio ambiente. E isso se expressa de modo diferente em cada ser. 

No entanto, o ponto em comum é que essas mudanças típicas do envelhecimento resultam em maior vulnerabilidade e, consequentemente, aumentam a incidência do surgimento de diversas doenças.

Todos os tecidos do corpo, gradualmente, serão afetados por mudanças que surgem com o tempo. Quanto mais avançada a idade, maiores serão os riscos de comprometimento das funções fisiológicas, principalmente da pele, devido à maior sensibilidade e vulnerabilidade desse órgão.

Assim, nessa etapa da vida, conhecer os mecanismos que afetam a saúde da pele é essencial para manter a aparência mais saudável e evitar as doenças comuns do envelhecimento.

Em idosos, ocorre a diminuição da função da camada protetora — a epiderme —, que impede a perda de sebo e a desidratação cutânea. Além disso, a fragilidade dos vasos sanguíneos capilares, que mantêm a pele irrigada, contribui para a ocorrência de manchas avermelhadas: a equimose.

Por isso, o cuidador de idoso ou o responsável familiar deve estar alerta quanto a essas características comuns ao envelhecimento. Não raro, até o ato de segurar no braço de um idoso de modo mais firme pode provocar manchas roxas no local.

A intensidade das modificações do envelhecimento depende de diferentes influências internas e externas: as causas genéticas, a herança familiar, a raça, a questão hormonal e as reações metabólicas são importantes marcadores. Como a produção hormonal interfere no envelhecimento da pele, as doenças decorrentes de distúrbios hormonais — como o hipotireoidismo — também acentuam o seu ressecamento.

Além do mais, a exposição à radiação solar sem a proteção adequada, o tabagismo, o uso de álcool e hábitos alimentares inadequados são fatores prejudiciais à saúde da pele. Por isso, tais fatores merecem atenção e podem sinalizar as melhores intervenções para reduzir os seus impactos.

Veja por que o envelhecimento afeta a pele

A pele é o maior órgão do corpo humano e é formada por 3 camadas sobrepostas. Cada uma delas desempenha funções específicas, porém complementares e necessárias à sobrevivência do indivíduo. A fisiologia da pele é algo interessante e, ao longo da vida,  as modificações estruturais que ocorrem em alguma de suas camadas, de certa forma, são compensadas pela atividade das outras regiões da pele. 

Contudo, o inevitável processo degenerativo do envelhecimento ocorre simultaneamente em todas as camadas da pele e compromete esse equilíbrio. Mesmo assim, a fisiologia humana é tão perfeita que algumas dessas mudanças naturais podem ser vistas como uma proteção.

Exemplo clássico é a formação de coxins adiposos (aumento discreto da camada de gordura na pele) da região abdominal. Além de reduzir o risco de impactos na coluna vertebral e no quadril, ainda contribui para facilitar a ação hormonal, que geralmente é reduzida no envelhecimento.

Vale destacar que os hormônios dependem de gordura para funcionar melhor. Porém, é preciso cuidar para evitar o acúmulo de gordura corporal, já que em excesso, essas substâncias elevam a incidência de doenças em qualquer idade. Para melhor compreensão do tema, observe, a seguir, as principais funções de cada camada da pele e as mudanças que ocorrem no envelhecimento.

Epiderme

É a camada externa da pele. É a parte que conseguimos ver e tocar. Essa camada é mantida pelas secreções das glândulas sebáceas e sudoríparas, o que deixa a pele flexível, além de constituir uma barreira firme contra bactérias e fungos.

Tem ainda a função de evitar a perda de líquidos. Essa camada se descama e suas células são renovadas a cada 3 dias. Porém, o ritmo de renovação celular diminui com a idade. Por isso,  o surgimento de manchas, além de possíveis alterações de cor, também acontece com mais frequência na terceira idade. 

Aspectos de modificações na textura também são mais perceptíveis: a pele fica mais áspera e ganha um tom translúcido que passa a impressão de fragilidade.

Derme

A derme é a segunda camada e a sua principal função é sustentar a pele. O tecido que a forma é rico em colágeno e elastina, substâncias que dão mais firmeza e elasticidade ao órgão. No envelhecimento, ocorre a atrofia gradual desta camada devido à desorganização das fibras colágenas e elásticas. A redução da elastina torna a estrutura da pele mais frágil, o que resulta no aparecimento de rugas mais profundas.

Hipoderme

Denominada de camada subcutânea, essa é a mais interna e, basicamente, composta por células de gordura (tecido adiposo). Tem a função de manutenção da temperatura corpórea. Sofre sucessivas modificações  e, por isso, a espessura desta camada fica mais reduzida durante o envelhecimento.

Sinais característicos do envelhecimento da pele

O envelhecimento é inevitável, irreversível e é parte integrante do ciclo vital. Assim como os demais sistemas, o tegumentar também é alterado. Com isso, a pele sofre modificações marcadas pela diminuição progressiva das características estruturais e funcionais. Isso exige cuidados especiais com a saúde na terceira idade

Logo, todas as camadas que formam a pele apresentam sinais clássicos do envelhecimento. Entre essas alterações, as mais comuns são:

  • afinamento das camadas superiores, principalmente da mais externa;

  • fragilidade devido à menor produção de colágeno e de elastina;

  • aparecimento de rugas e de linhas de expressão na face;

  • desidratação, que também é conhecido como xerose;

  • queratose (lesão avermelhada e escamosa);

  • perda funcional das glândulas sudoríparas; 

  • maior fragilidade dos vasos sanguíneos;

  • diminuição da resposta imunológica.

Conheça os problemas de pele mais comuns nos idosos

Na idade avançada, a pessoa fica mais vulnerável ao surgimento de doenças como a lesão por pressão, infecções oportunistas e o surgimento de manchas na pele. Essas mudanças exigem mais cuidado e atenção com a saúde do idoso. Para tanto, veja os problemas que mais afetam a pele na terceira idade.

Púrpura senil

São caracterizadas por um conjunto de manchas roxas ou avermelhadas conhecidas por equimoses, ou mesmo hematomas. Geralmente, aparecem no dorso das mãos, punhos, costas e antebraços. A púrpura senil resulta da diminuição do enfraquecimento da rede de tecido conjuntivo, comum durante o envelhecimento da pele. Esse problema não é uma doença em si, mas exige atenção quando ocorre com muita frequência.

A púrpura pode surgir mediante pequenos traumas que, às vezes, passam despercebidos, já que não são doloridos. Esse quadro é de pouca gravidade, exceto quando apresenta alterações na coagulação

Queratose actínica

A queratose actínica é uma lesão muito frequente e que, geralmente, ocorre em áreas do corpo mais expostas à luz. É uma condição caracterizada por deixar a pele ser dura, recoberta por escamas secas e de cor que varia entre amarela a castanho-escura. As lesões são de tamanho variável, podendo evoluir para a formação de placas. É preciso ter cuidado, pois essas escamas são bem aderentes e, quando removidas, podem causar pequenas hemorragias.

Queilite actínica

Essa alteração clínica ocorre, principalmente, no lábio inferior do idoso. É caracterizada por uma descamação epidérmica resultante da exposição excessiva à luz solar sem o uso de protetores ou hidratantes labiais.

A queilite actínica é mais comum após os 45 anos de idade, e é mais predominante entre os homens. As mudanças clínicas mais evidentes incluem a alteração da cor e a atrofia do bordo inferior do lábio. Esse problema comum no início do envelhecimento exige atenção especial. Na ausência de cuidados, a pele do local pode se tornar áspera, escamosa e progredir para ulceração.

Câncer de pele

Mais raro, o surgimento do cancro da pele mais letal é conhecido como melanoma maligno. Porém, na terceira idade, há outras variedades de câncer dermatológico menos grave e que são mais comuns. Segundo o Ministério da Saúde (MS), as neoplasias dermatológicas vêm aumentando o número de casos no país, e a incidência é mais elevada no sexo masculino. Contudo, essa doença também é expressiva entre as mulheres.

Os melanomas estão comumente associados a queimaduras solares esporádicas. Ainda que ocorram precocemente na vida, os sinais da doença aparecem com mais força na idade avançada.

Nessa doença, as células da pele (os melanócitos) sofrem mutações sucessivas por influência da radiação solar que desequilibra o controle de reprodução celular. A possibilidade de causar metástases e de afetar outros órgãos do corpo aumenta o risco de óbito por melanoma.

Saiba os principais cuidados com a pele do idoso

Na terceira idade, algumas épocas do ano exigem cuidados especiais. No verão, o calor e a maior sensibilidade da pele acentuam o risco para assaduras em idosos, enquanto a perda da oleosidade natural exige mais cuidados no inverno. Além disso, algumas particularidades merecem atenção. Confira!

Hidratação diária

A hidratação e a massagem da pele são essenciais ao conforto e ajudam a ativar a circulação sanguínea. Também são importantes para manter a elasticidade da pele e evitar o surgimento de lesões.

No envelhecimento, a redução da produção de elastina e da função das glândulas sebáceas tornam a pele mais ressecada.  Como essa situação faz parte do processo natural de envelhecimento, algumas medidas são imprescindíveis para minimizar os impactos dessas mudanças.

O uso de cremes e de loções hidratantes torna a pele mais saudável, pois ajuda na manutenção da oleosidade perdida pelas mudanças fisiológicas.

Vale destacar que as regiões mais secas — como os pés e as mãos — exigem o uso de cremes à base de silicone e de óleos vegetais e minerais. Esses produtos evitam a redução da perda de água. Para as áreas mais sensíveis, como o rosto, os cremes com pantenol e ureia são os mais indicados.

Portanto, quem atua como cuidador de idoso necessita aprimorar os conhecimentos nessa área, já que isso é de fundamental relevância para prestar serviços com mais qualidade e assegurar o bem-estar dos idosos.

Ingestão de líquidos

Ambos os tipos de hidratação são importantes e têm recomendações específicas. Para evitar os efeitos da falta de água sobre as funções do corpo é recomendado que os idosos consumam de 2 a 3 litros de líquidos por dia. Vale ressaltar que é necessário tomar essa quantidade de água mesmo sem sentir vontade, já que a sede é reduzida com o passar dos anos. Também é recomendada a ingestão de gelatina, água de coco, chás naturais e suco de frutas.

Cultivar esse hábito é essencial à saúde da pele e isso não pode ser negligenciado na terceira idade. Com o passar dos anos, a tendência é que o organismo do idoso perca água com mais facilidade. Quanto mais avançada for a idade, a desidratação afeta ainda mais o metabolismo celular e compromete as funções renais, entre outras atividades fisiológicas importantes.

Cuidados com a pele durante o banho

O banho diário, além de ser muito importante para o idoso, exige cuidados especiais. Nessa etapa, o cuidador deve aproveitar para preservar a integridade da pele e perceber a presença de alguma anormalidade. Muitos sinais, como as equimoses, podem aparecer rapidamente e nem ser percebidas. Por isso, o momento do banho é a ocasião para monitorar a pele e verificar alguma eventual alteração.

Além do mais, a higiene corporal regular e adequada é fundamental à saúde. Entre outras funções, o banho acalma, relaxa, alivia as tensões, melhora bastante o estado de humor e deixa o idoso mais disposto.

Temperatura da água no banho

Outro aspecto importante que envolve o cuidado com o banho em idosos é a temperatura da água e o tempo de banho. Ficar no chuveiro quente por tempo prolongado piora o ressecamento da pele. Muitas vezes, é preciso habilidade para convencer o idoso a tomar banho.

Por isso, o ideal é que a água esteja com uma temperatura agradável, mas, no máximo, morna. Isso pode deixar o idoso mais animado nesses momentos. Também é preciso passar o sabão delicadamente, sem grandes fricções ou esfoliações, a fim de preservar a camada natural de proteção e evitar lacerações. 

Proteção dos lábios

Os lábios também sofrem com o ressecamento resultante do avançar da idade. Fatores como o clima seco e as temperaturas muito baixas aumentam os riscos para o surgimento de queiloses. Para evitar rachaduras, o ideal é usar diariamente um protetor específico para os lábios e que tenha elementos nutrientes associados ao filtro solar. Independentemente da tonalidade da pele, a pessoa idosa nunca deve se expor ao sol sem proteção.

Menor exposição ao sol

Quanto mais avançada a idade, maiores os riscos de manifestações relativas ao surgimento do câncer de pele. Além disso, a exposição aos raios solares deve ser evitada também porque acelera o envelhecimento. Alguns indicam o sol da manhã como forma de promover a conversão de vitamina D. Porém, é preciso evitar a exposição no horário de sol quente, sobretudo quando a incidência dos raios solares acentua os efeitos nocivos da radiação.

Entenda como a alimentação influencia a aparência da pele

As substâncias que combatem o efeito dos radicais livres — elementos que provocam o envelhecimento celular — estão presentes nos alimentos. Os carotenoides da cenoura, o licopeno do tomate, o resveratrol da uva roxa e a vitamina C da laranja são apenas alguns exemplos.

As substâncias antioxidantes também entram na formulação de cremes e de suplementos nutricionais. O uso desses produtos pode retardar os sinais degenerativos da pele e contribuir para o envelhecimento saudável.

Sinteticamente, fatores como as altas temperaturas, a alimentação inadequada, o consumo excessivo de alimentos processados e doenças como o hipotireoidismo influenciam o ressecamento cutâneo. Tendo isso em vista, torna-se necessário priorizar o consumo de alimentos mais naturais e saudáveis. Essa adaptação alimentar é muito importante para reduzir a ação dos radicais livres e prolongar a saúde da pele.

Veja, então, os tipos de alimentos que deixam a pele mais resistente aos impactos do envelhecimento.

Alimentos ricos em água e vitaminas

Para evitar o ressecamento da pele, beber muito líquido  e consumir alimentos ricos em água é essencial. Converse com o idoso e explique a importância de consumir frutas e verduras que tenham um alto teor de água em sua composição.

Igualmente importantes são os alimentos ricos em vitaminas A, B2 e C. Essas vitaminas contêm uma quantidade elevada de antioxidantes. Uma das funções dessas substâncias é reforçar a integridade, restaurar áreas danificadas e auxiliar na reparação da pele.

Além dos vegetais, os alimentos ricos em vitamina B2 — principalmente queijo, carne e ovos — são importantes para dar brilho à pele. A vitamina A auxilia na renovação cutânea e a vitamina C fortalece a defesa contra invasores como fungos e bactérias.

Alimentos ricos em zinco

Os alimentos ricos em zinco também são essenciais à restauração da pele na terceira idade. Esse nutriente estimula a reparação de danos como a descamação da pele seca, coceira e dermatites. O zinco é um mineral presente em diversos alimentos. Gérmen de trigo, cevada, ostras, sardinhas, atum e sementes de abóbora são ricas fontes desse nutriente.

Ômega 3

Encontrado em peixes, o ômega 3 reduz a sensibilidade da pele aos raios ultravioletas. Na idade avançada, a ingestão desse elemento ajuda na manutenção da integridade cutânea. Vale ressaltar que uma dieta concentrada em gorduras saturadas pode acelerar o envelhecimento da pele e contribuir para o surgimento de várias doenças. O ômega 3 é rico em óleo saudável e ideal para melhorar a circulação sanguínea também.

Aprenda a lidar com lesões na pele de idosos

Com o avançar da idade, as alterações sucessivas nos órgãos e sistemas colaboram para a existência de problemas típicos dessa etapa da vida. A espessura das camadas da pele passa a sofrer uma redução, o que estimula a perda gradual de colágeno.

Outra mudança natural é a redução da secreção de sebo devido à diminuição do número de glândulas sebáceas. De igual modo, há o comprometimento da função das glândulas sudoríparas. Como o processo degenerativo é generalizado, os vasos sanguíneos se tornam mais frágeis, o que prejudica a função imunológica e favorece a incidência de infecções diversas.

Essas alterações comuns no envelhecimento do sistema tegumentar deixam o idoso mais suscetível ao aparecimento de lesões na pele. Contudo, outras questões como a influência genética e fatores ambientais — sobretudo o excesso de exposição solar e de poluição — contribuem para piorar a situação.

Tais fatores sinalizam condições que acentuam os efeitos de doenças da própria pele ou de ordem sistêmica. A maior secura da pele, a aspereza e a menor irrigação sanguínea elevam os riscos para lesões benignas, como também para as úlceras varicosas ou venosas.

A redução da defesa e a menor hidratação também concorrem para aumentar a vulnerabilidade ao aparecimento das lesões. Quando combinadas com outras doenças do envelhecimento, esses tipos de feridas exigem especial atenção, já que comprometem o bem-estar e a qualidade de vida do idoso.

Pacientes com diabetes, hipertensão arterial, problemas circulatórios, idosos que são fumantes inveterados ou obesos têm mais chances de desenvolver úlceras.

Enquanto as úlceras venosas resultam de deficiência na circulação, as escaras — ou as úlceras por pressão — são resultantes da pressão mantida sobre a pele por tempo muito prolongado. Esse quadro é mais comum em pacientes acamados em decorrência da falta de mobilidade.

Outras complicações são o surgimento de angiomas. Esse quadro é caracterizado por manchas avermelhadas que surgem na pele do idoso. Diferenciam-se da equimose porque estas são originadas por pressão na pele, enquanto os angiomas resultam de complicações da circulação sanguínea. 

Nessa idade, o crescimento dos cistos sebáceos localizados na região subcutânea também é comum. Os distúrbios tegumentares podem ter manifestações na forma de erupções, manchas eczemas, bolhas e vesículas, coceiras, pústulas, urticária, nódulos ou tumores.

A pele é considerada um dos órgãos que mais sofrem transformações ao longo da vida. Por isso, manter a integridade cutânea e preservar suas funções é de extrema importância na terceira idade. 

Assim, os cuidados com a pele do idoso asseguram condições de resistir ao impacto das alterações típicas da idade. Ainda que as degenerações sejam inevitáveis, a adoção de medidas preventivas preserva a saúde da pele e torna o envelhecimento ativo e mais saudável.

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