Tudo o que você precisa saber sobre pneumonia no idoso

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A pneumonia no idoso é um problema muito comum, mas que pode causar riscos sérios à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), a cada 6 episódios de internação hospitalar, um é causado pela pneumonia.

Mais preocupante é o estudo que mostrou que 90% dos óbitos causados por pneumonia acaba vitimando pessoas acima dos 60 anos, o que coloca os idosos em um grupo de alto risco.

Para saber identificar a doença, tratá-la e também preveni-la, é importante conhecer suas causas, sintomas, fatores de risco, tratamentos e tudo aquilo que possa colaborar para o bem-estar de quem amamos.

E esse é o assunto deste artigo. Se você quer descobrir mais sobre a pneumonia no idoso e aprender como lidar com ela, acompanhe o nosso texto!

O que é a pneumonia?

A pneumonia é uma doença que atinge os pulmões, mas, ao contrário do que muita gente pensa, ela não é causada por um vírus ou bactéria específica. O aparelho respiratório é composto pelas cavidades nasais, os pulmões e também pela laringe, faringe, traqueia, brônquios, bronquíolos e alvéolos.

A pneumonia acontece quando agentes infecciosos, como vírus, bactérias, fungos e reações alérgicas se instalam nos pulmões, mais especificamente nos alvéolos, causando uma infecção que pode ser fatal, principalmente no caso nos idosos.

Por que a pneumonia pode ser grave?

Muita gente não presta atenção no ato de respirar, mas é assim que o corpo oxigena as células, permitindo que elas possam se renovar e se manter saudáveis. Portanto, respirar de forma correta é essencial para a vida. O ar entra pelo nariz, onde é aquecido, umidificado e purificado. Depois, ele passa pela laringe, faringe, traqueia e finalmente aos pulmões.

Ele continua percorrendo seu caminho, até chegar aos alvéolos — pequenas bolsas responsáveis pela troca gasosa —, que devem ser extremamente limpos, já que é ali que o pulmão transfere o oxigênio para o sangue. Receber um visitante indesejado nessa região do corpo causa uma inflamação intensa, justamente para acabar com a infecção e isso pode ser muito perigoso para o corpo, uma vez que começam a surgir fluidos e pus nos pulmões, dificultando a respiração.

A pneumonia é contagiosa?

Por se tratar de uma doença que pode ter um quadro agravado, muitas pessoas têm medo de manter contato com alguém que está sofrendo de pneumonia. A verdade é que, diferente de uma gripe e outras complicações virais, a pneumonia não é considerada contagiosa ou transmissível. Como nós descrevemos no tópico anterior, a doença se caracteriza pela infecção dos alvéolos, provocada por diversos agentes.

Uma vez que o problema não é causado por uma bactéria ou vírus específico, outra pessoa só corre riscos quando está com algum problema em seu sistema imunológico.

Quais são os tipos de pneumonia?

Diante da quantidade de agentes infecciosos presente no ar que respiramos, pode-se dizer que existem muitos tipos de pneumonia. Elas são classificadas de acordo com o ambiente onde são adquiridas e também pelo agente infeccioso que a causou. 

Descobrir a causa da pneumonia não é uma grande preocupação, já que o tratamento é capaz de tratar o problema e também o agente causador. Essa informação só é importante quando o paciente não responde ao tratamento convencional. Veja as formas mais comuns dessa doença.

Pneumonia viral

A pneumonia viral é caracterizada pela penetração de um vírus no espaço alveolar, causando a infecção dos pulmões.

Os vírus são transmitidos por meio do contato entre as pessoas, pelo ar, com tosses, e também por meio do contato físico, quando não se faz a higiene das mãos da maneira certa. Os vírus que geralmente estão associados à pneumonia viral são:

  • adenovírus;

  • microplasma;

  • hemophilus;

  • varicela-zóster;

  • influenza;

  • vírus respiratório sincicial.

Pneumonia bacteriana

Como o próprio nome diz, a pneumonia bacteriana é causada quando uma bactéria inflama a região alveolar no pulmão. Esse é o tipo mais comum da doença, contraído pela população em geral. O corpo humano tem muitas bactérias espalhadas, pela boca, nariz e até mesmo no sistema digestivo. Quando cultivamos hábitos que comprometem o funcionamento do corpo, a imunidade cai e ficamos mais suscetíveis às bactérias.

Elas também podem atacar nosso corpo quando estamos saudáveis. Qualquer pessoa, de qualquer idade e de qualquer sexo corre o risco de ter uma pneumonia bacteriana.

Pneumonia por fungos

A pneumonia causada pela ação de fungos é um tipo raro da doença, mas também o mais agressivo e de difícil tratamento. Em pessoas jovens e saudáveis, a recuperação não costuma ser um problema. Já para idosos e crianças, costuma ser fatal. Os principais fungos associados a pneumonias são: Histoplasma capsulatum, Coccidioides immits, e Blastomyces dermatitidis.

Muitos fungos não apresentam sintomas quando são aspirados ou causam apenas sintomas leves, similares a uma gripe ou resfriado. Por isso, é importante manter a atenção quando algo não vai bem e procurar ajuda médica imediata, afinal, o diagnóstico não é difícil.

Pneumonia química

Lembra quando dissemos que a pneumonia é causada por um agente infeccioso? Geralmente as pessoas costumam associar esse termo a organismos vivos, mas a verdade é que a pneumonia também pode ser causada por agentes químicos. O que acontece, na realidade, é que toxinas, como fumaça, agrotóxicos e outros produtos químicos, penetram nas vias respiratórias e inflamam os alvéolos, o que acaba favorecendo a ação de bactérias.

Apesar de parecer uma realidade distante, entrar em contato e inalar produtos químicos é um risco que se corre todos os dias. Produtos de limpeza, por exemplo, são poderosos agentes químicos que podem facilmente inflamar os pulmões quando inalados.

Pneumonia por aspiração

Outro causador inusitado da pneumonia é a aspiração de substâncias como comida, líquidos, vômito ou até mesmo saliva. Uma vez que eles entram em contato com os pulmões e podem causar uma infecção que evolui facilmente para uma pneumonia. A aspiração de alimentos não é algo comum na juventude, mas os riscos aumentam quando se trata de uma pessoa idosa.

Nessa fase, é comum que existam problemas e dificuldades em engolir os alimentos, principalmente se a pessoa é portadora de doenças neurológicas, como o Alzheimer. Alguns idosos saudáveis também podem sofrer com esse problema, uma vez que a dificuldade em engolir é considerada normal com o avançar da idade. Por isso, é importante tomar alguns cuidados para evitar esse tipo de problema.

Pneumonia hospitalar

Assim como a pneumonia química e a adquirida por aspiração, a hospitalar não é exatamente um tipo da doença, mas sim, uma forma de contraí-la. A pneumonia hospitalar pode ser muito séria, já que ela é contraída nesse ambiente, e as bactérias e vírus presentes geralmente acabam se tornado mais resistentes aos medicamentos.

O quadro também pode se agravar, pois quem está no hospital já tem algum tipo de problema e o sistema imunológico já está debilitado, o que torna o corpo menos resistente para combater o problema.

Quais são os fatores de risco da doença?

Embora a pneumonia seja uma doença que pode afetar pessoas de todos os perfis, existem muitos fatores que contribuem para que o sistema imunológico e os próprios pulmões fiquem debilitados diante da doença. O tabagismo é o primeiro fator de risco. Quem tem o hábito de fumar expõe os pulmões a uma inflamação constante, o que cria o ambiente perfeito para que vírus e bactérias se proliferem.

O segundo maior fator de risco é a ingestão de álcool. Diante dessa situação, o corpo fica mais debilitado e o sistema imunológico não é o mesmo, comparado a uma pessoa que não bebe. O sistema respiratório de uma pessoa que bebe com frequência também apresenta descoordenação.

O terceiro maior fator de risco é o ar-condicionado. O processo de refrigeração do ambiente torna o ar muito mais seco, o que favorece a inalação de vírus e bactérias. Além disso, quando o aparelho está ligado, o ar é reciclado e fica espalhando microrganismos o tempo inteiro.

Podemos considerar outros fatores de risco, como doenças que comprometem o sistema imunológico, mudanças bruscas de temperaturas, resfriados que não foram cuidados da maneira certa, idades avançadas e doenças respiratórias, como:

  • asma;

  • rinite;

  • bronquite;

  • enfisema.

Quais são os principais sintomas?

A pneumonia apresenta sintomas bem característicos, mas nos idosos podem existir algumas variações. Em geral, a febre alta, acima de 38° é um dos primeiros sinais de uma pneumonia. A dor torácica também é um sinal importante. Ela acontece quando a pessoa doente tenta respirar, fazendo o movimento natural de encher e esvaziar os pulmões, mas sente dor e incômodo. Isso acontece devido à inflamação do órgão.

Nos idosos, é comum que a doença cause confusão mental, mal-estar generalizado, alteração na pressão arterial, liberação de secreção, falta de ar, moleza e perda de apetite. Podemos observar outros sintomas, como:

  • tosse seca;

  • suores intensos durante a noite;

  • náuseas e vômitos;

  • perda de memória;

  • presença de sangue durante a tosse;

  • desorientação de tempo e espaço;

  • sintomas comuns da gripe (dor de garganta, dor no corpo, espirros, coriza).

Como reconhecer os primeiros sinais?

Na maioria das vezes não é difícil identificar que algo está errado com os pulmões. Esse órgão é muito sensível e essencial para a vida, portanto os sinais costumam ser visíveis. O que acontece é que muitos idosos não gostam de ir ao médico e costumam evitar transparecer os sintomas quando não se sentem bem. Muitos não querem preocupar a família ou têm medo de estarem com um problema grave.

Temos que levar em consideração os transtornos mentais em idosos, que muitas vezes incapacitam a pessoa de identificar que está com uma doença, fazendo com que os sintomas demorem a ser percebidos.

Se você convive com uma pessoa assim, é importante observar se o idoso está dormindo mais que o costume, se está conseguindo se alimentar da maneira correta, se está com frio em ambientes quentes e se apresenta uma tosse que não passa.

A pneumonia evolui de uma forma muito rápida. Algumas horas são o suficiente para ir de um quadro inicial para um grave, principalmente quando se trata de uma pessoa idosa. Por isso, esse problema não deve ser negligenciado.

Qual é o tratamento recomendado?

Em geral, a maioria dos casos de pneumonia podem ser tratados ambulatorialmente e até mesmo em casa, principalmente quando é causada por vírus. No caso dos idosos, é comum que haja internação, pois eles fazem parte de um grupo de risco, onde a doença pode se agravar com mais facilidade. Também é comum que se exija a internação quando o paciente tem complicações causadas pela própria doença, como grande dificuldade de respirar, comprometimento dos rins, alteração de pressão arterial.

Os medicamentos utilizados no tratamento têm ação antibiótica e pode ser requisitado que o paciente tome as primeiras doses diretamente na veia, o que deve ser feito no hospital. Depois, o tratamento segue em casa e os medicamentos precisam ser tomados à risca, de acordo com a orientação médica.

Também é importante que o paciente faça repouso, beba bastante água e evite expor o corpo às mudanças bruscas de temperatura. Se notar que houve piora no quadro, o paciente deve ser encaminhado para o hospital imediatamente.

Quanto tempo leva a recuperação?

A recuperação varia de acordo com o tipo, grau de evolução, idade e condições de saúde do paciente. Quem é jovem e saudável se recupera dentro de uma semana, mas para os idosos o período costuma ser maior. Idosos saudáveis e com quadro inicial levam pouco mais de dez dias para se recuperar. Já idosos debilitados podem precisar de semanas para se recompor, geralmente sendo necessária a internação.

Os idosos acamados precisam de atenção redobrada, por isso é importante que haja um acompanhamento 24 horas por dia desse tipo de paciente.

Quais são as possíveis complicações?

A pneumonia é uma doença que pode causar algumas complicações sérias, principalmente quando a pessoa doente pertence a um grupo de risco. A maioria deles são agravados pela demora em se buscar atendimento médico. A primeira complicação que podemos destacar é a dificuldade em respirar. Quando muito líquido começa a tomar conta do espaço dos pulmões, fica difícil para o órgão fazer a oxigenação das células.

Nos casos onde a doença está avançada ou o paciente tem outras doenças nos pulmões, geralmente é necessário usar um respirador enquanto o corpo se recupera totalmente. Outro problema que pode ser causado pela pneumonia é a bacteremia, que acontece quando as bactérias começam a se espalhar pelo corpo e infectar o sangue.

Geralmente as bactérias se espalham em pequenas quantidades, mas isso pode se tornar muito mais sério quando o corpo já está debilitado, favorecendo o aumento e proliferação dos agentes infecciosos. O quadro pode acabar em uma sepse e levar a óbito.

O terceiro problema que podemos apresentar como complicação causada pela pneumonia é o abscesso pulmonar. Essa condição ocorre quando existe um acúmulo de pus nas cavidades torácicas, causando uma infecção necrosante. Essa condição é mais comum quando a pneumonia acontece por aspiração, mas também pode ser causada quando a pessoa está sedada e sonolenta e não consegue tossir.

As bactérias da boca descem para o pulmão e causam essa reação, que acaba tornando o tratamento mais demorado. O derrame pleural também é um problema que pode ser causado pela pneumonia. O nome caracteriza o acúmulo de líquido em torno dos pulmões, o que causa grande dificuldade de respirar, dor torácica e tosse.

Quando o líquido começa a se acumular com muita velocidade, pode ser necessário fazer uma drenagem ou até mesmo uma cirurgia para removê-lo.

A pneumonia pode causar outras sequelas?

Essa doença não costuma deixar sequelas quando é bem tratada e o paciente segue as recomendações médicas até o fim. Porém, no caso dos idosos, a fraqueza e o corpo debilitado podem ocasionar outros problemas. As quedas de idosos são muito comuns, principalmente quando existe alguma condição que incapacita as funções do corpo.

cirurgia de fêmur também acaba por ser uma consequência desse problema, uma vez que os idosos podem ter complicações com esse osso quando sofrem quedas simples dentro de casa.

Qual médico especialista procurar nesse caso?

Essa doença, como nós dissemos, tem uma evolução muito rápida, principalmente quando acomete idosos. Nesse caso, é muito importante procurar por ajuda médica quando surgirem os primeiros sintomas e não esperar longos períodos por médicos especialistas. O clínico geral está apto a identificar e tratar uma pneumonia, portanto, não hesite em procurar um atendimento emergencial.

Se houver a possibilidade de se consultar com um pneumologista com agilidade é ainda melhor. Um especialista consegue avaliar melhor as condições de cada paciente, a gravidade da situação, assim como doenças subjacentes e oferecer melhores orientações.

O que fazer no dia da consulta?

É normal ficar nervoso durante uma consulta médica, afinal, estamos lidando com um familiar, idoso e um problema de saúde. O ideal é que o idoso vá acompanhado de uma pessoa que conheça tudo sobre sua rotina, pois o médico fará muitas perguntas que são essenciais para a recuperação do paciente, como:

  • Quando os sintomas começaram?

  • O paciente já esteve com pneumonia antes?

  • Qual a intensidade dos sintomas?

  • Fez alguma viagem recentemente?

  • O paciente esteve exposto a produtos químicos?

  • Houve contato com pessoas doentes recentemente?

  • O paciente fuma?

  • O paciente bebe?

  • O paciente tem algum tipo de alergia?

  • O paciente tomou as vacinas contra gripe e pneumonia?

Para tornar o atendimento mais rápido e o diagnóstico mais assertivo, é importante que o acompanhante se organize e tenha uma lista com todos os sintomas e quando eles surgiram, quanto tempo permaneceram e se melhoraram de alguma forma.

Também é muito importante apresentar ao médico os medicamentos que o idoso tomou na tentativa de se curar e também aqueles que ele toma em sua rotina normal.

Elabore também uma lista com os problemas de saúde do idoso, se houver, e lembre-se de incluir aqueles que ele já teve, mas se recuperou. Não esqueça de cirurgias, transplantes e tudo que envolva sua saúde.

Também é importante manter a atenção nas palavras do médico e tirar todas as suas dúvidas sobre o problema e o tratamento, já que o idoso não pode se responsabilizar por completo pelos seus próprios cuidados. Procure entender:

  • Qual a gravidade do problema?

  • O que pode ter causado o quadro?

  • Existe alguma complicação além da pneumonia?

  • Existe alguma interação medicamentosa entre os remédios da pneumonia e os que o idoso já toma?

  • Quais serão os cuidados necessários durante o tratamento?

  • Como será feita a manipulação dos medicamentos?

  • Por quanto tempo o paciente deve seguir o tratamento?

  • Quando ele pode voltar a fazer suas atividades?

Como prevenir a pneumonia no idoso?

Como você viu, a pneumonia é uma doença que não tem apenas um agente causador. Isso quer dizer que, para cada variação da doença existe uma forma de se prevenir. É importante lavar bem as mãos no decorrer do dia, tossir e assoar o nariz quando achar necessário, evitar colocar as mãos nos olhos e boca, evitar aglomerações e ambientes hospitalares.

A vacinação do idoso é muito importante nesse caso. Existe a vacina contra a pneumonia pneumocócica, que evita a contaminação pelas formas mais graves da doença. A vacina contra a gripe também imuniza o idoso e evita que ele desenvolva esse tipo de infecção nos pulmões.

Também é possível se proteger ao manusear produtos químicos, não beber e nem fumar, manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos. A fisioterapia preventiva é um ótimo exemplo de como os idosos podem manter seu corpo em movimento, de forma segura e eficiente.

A pneumonia no idoso é um problema sério, que muitas vezes pode ter um desfecho trágico, quando não identificada a tempo. Saber como organizar a rotina do idoso é essencial, já que, assim, é possível identificar quando há mudanças no seu comportamento e na sua saúde.

O tratamento rápido e eficaz faz muita diferença quando um idoso é acometido por essa doença, por isso, ofereça o melhor cuidado para a pessoa que você mais ama! E que tal acompanhar nossas novidades diretamente pelo Facebook! É só curtir nossa página e aguardar nossas publicações!

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