5 fatores essenciais para optar pelo cuidador de idoso

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O cuidador de idoso é um indivíduo com habilidades clínicas e emocionais para lidar, de forma eficiente, com diversas situações e promover o envelhecimento saudável. Ele deve transparecer confiança perante os amigos e familiares, além de fornecer apoio incondicional para cuidar de pessoas.

Um profissional com esse nível de eficiência tem sido requerido por famílias que anseiam por um acompanhamento eficiente e que atenda as necessidades do idoso, principalmente no quesito empatia.

Além disso, em casos específicos, devem recorrer a outros profissionais, tais como médicos geriatras, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, farmacêuticos, enfermeiros etc., que identificarão os problemas e melhorarão a qualidade de vida desses indivíduos.

Por isso que a escolha de um cuidador de idoso deve ser cautelosa e, se possível, envolver todos da família, além do idoso, que precisam listar as características essenciais que esse profissional precisa ter e como se dará essa análise.

Se quiser saber mais sobre quais fatores devem ser analisados no momento de contratar um serviço de cuidados geriátricos, acompanhe o post de hoje. Listamos 5 dicas ótimas! Veja!

1. Converse inicialmente com os idosos

O fato de ter um cuidador de indivíduos que já estão na velhice, ou que precisam de cuidados integrais, pode causar um impacto em alguns idosos. Enquanto alguns não “aceitam” essa situação, para outros, o cuidador é extremamente necessário.

Independentemente da condição clínica, é importante conversar educadamente com os idosos, explicar os motivos da contratação de um cuidador, os benefícios que serão percebidos em curto e longo prazo com esse serviço, entre outras informações.

Também é fundamental contextualizar a família e amigos que têm relação direta com as rotinas da casa e explicar que todo o processo será conduzido de forma plena e progressiva, para não gerar repercussão negativa.

2. Busque profissionais qualificados

Devido à falta de profissionais desenvolvidos para cuidar da população geriátrica e pela necessidade de acompanhamento contínuo de um idoso, muitas famílias optavam por pessoas indicadas por amigos ou mesmo deixavam a cargo de parentes essa atribuição.

No entanto, observa-se que essa situação desgastava demais os integrantes da família, que alegavam falta de preparo emocional e dificuldades para lidar com questões inerentes à doença que acometia esse indivíduo.

Felizmente, devido a essa procura, muitas empresas se especializaram nesse nicho e estão formando profissionais com essa capacidade para lidar não apenas com idosos acamados, mas também com indivíduos que querem desfrutar dos prazeres da vida, mas apresentam alguma limitação física.

Sendo assim, para fazer a escolha certa do cuidador de idoso, é preciso certificar-se de que esse profissional fez um curso específico para essa faixa etária e apresenta desenvoltura para demonstrar isso durante os cuidados diários e nas entrevistas com os familiares.

Todavia, existem empresas que selecionam um profissional mediante as necessidades da família e podem substituir ou remanejar o cuidador, caso ele não seja eficiente ou não tenha capacidade para lidar com o cenário clínico em questão.

3. Avalie a empatia entre os envolvidos

A empatia é uma característica importante quando os serviços prestados por um profissional devem ser mais do que clínicos. Ela envolve confiança e atenção à linguagem não verbal, sempre antevendo problemas antes que aconteçam.

Nesse sentido, é interessante observar como o idoso se comporta perto do cuidador e quais percepções a família tem desse profissional. O carinho, a paciência e o cuidado clínico para evitar desconfortos nas atividades diárias também devem ser considerados.

Nessa relação, é fundamental ficar atento à linguagem não verbal do cuidador de idoso, analisada sob a ótica de gestos e posturas que denotam falta de paciência, desconhecimento da situação, entre outras atitudes que podem frustrar esse relacionamento.

Em algumas situações, podem ser colhidas as percepções dos idosos mediante um relato verbal e, caso seja necessário, o familiar deve intervir com o profissional para assegurar que as atividades agradem os pacientes geriátricos.

4. Faça um planejamento para essa atividade

Ao optar por um cuidador de idoso, além das vantagens clínicas e humanísticas percebidas no ambiente familiar, torna-se interessante levantar os custos mensais desses serviços e as mudanças no orçamento ao longo do tempo.

Esse planejamento é interessante para evitar interrupção das atividades assistenciais, o que pode influenciar negativamente na evolução do tratamento, uma vez que a relação de confiança entre os envolvidos já está bem consolidada.

Além disso, mediante as atividades executadas pelos profissionais, pode ser necessária a aquisição de equipamentos e tecnologias de usufruto dos idosos, troca de materiais médico-hospitalares, que se desgastam com o uso, e compra de outros artefatos para facilitar os cuidados geriátricos.

Sendo assim, é importante mensurar os custos com a assistência geriátrica e os demais que surgirão ao longo do tempo, para manter a qualidade dos serviços prestados ao idoso e garantir a satisfação da família.

5. Pesquise empresas que prestam esses serviços

A assistência ao idoso é um processo complexo e, por isso, deve ser feita por pessoas qualificadas e que, de preferência, sejam vinculadas a empresas que oferecem esse serviço de forma humanizada e atenta às mudanças que afetam essa faixa etária.

Sabendo disso, é aconselhável pesquisar empresas que trabalham com esse nicho e analisar as formas de prestação de serviço. Desse modo, é preciso mensurar o custo-benefício das atividades relacionadas no plano contratual.

Ademais, as famílias que optarem por esse serviço devem avaliar se existe capacitação contínua dos cuidadores de idosos, se a empresa trabalha com serviços esporádicos e se mantém um canal disponível de comunicação com as famílias.

Também é interessante buscar referências pessoais, ou seja, famílias que já utilizam esse serviço. Essa avaliação é fundamental, pois está isenta de tendências comerciais, considerando apenas a percepção real das famílias e dos idosos.

O cuidador de idoso é um profissional muito solicitado nos dias de hoje, principalmente para aquelas famílias que almejam manter os parentes próximos do convívio social, porém não têm condições clínicas e emocionais para assisti-los integralmente.

Todavia, ao optarem por um serviço assistencial geriátrico, é preciso atentar para questões relacionadas ao custo, à empatia dos envolvidos e às atividades contempladas pelas empresas, conferindo se tudo isso está dentro do orçamento familiar.

Agora que já se entendeu os fatores que influenciam na escolha do cuidador de idoso, não deixe de entrar em nossa página e conhecer as opções desse serviço!

Escrito por:

Marcus Vinicius Zorub Montanha – Diretor Técnico

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