Guia completo para prevenir e tratar lesão por pressão

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A lesão por pressão pode ser conceituada como uma agressão à pele causada pela redução de sangue em uma determinada área do corpo. Embora possa afetar pessoas de qualquer idade, essa é uma das doenças mais comuns em idosos.

Nos idosos acamados, a falta de movimentação influencia o surgimento do problema. O fato de ficarem deitados na mesma posição por longos períodos é um dos fatores que mais causam evolução dessas lesões. Além desse fator, há outras questões determinantes para a origem da lesão por pressão.

Neste guia, aspectos importantes como fatores de risco e formas de prevenção e de tratamento serão abordados. Conheça, então, as melhores alternativas para superar essa doença e restabelecer a saúde e a qualidade de vida dos idosos. Boa leitura!

O que é lesão por pressão?

As lesões de pressão — ou úlcera por pressão, lesão de decúbito ou de escaras — surgem em decorrência do contato do corpo do idoso com o colchão durante muito tempo. As regiões do corpo mais atingidas são aquelas com função de apoio: costas, articulação do quadril, nádegas, cotovelos e calcanhares.

Alguns fatores que influenciam a evolução desse problema ainda não estão completamente definidos e ainda desafiam as áreas de pesquisas sobre a prevenção da doença. Como são mais evidentes em idosos acamados ou em usuários de cadeira de rodas, existem outras questões que podem determinar a gravidade das lesões.

Porém, a deficiência prolongada no aporte de sangue e de nutrientes em determinadas regiões do corpo é a causa mais aceita. Isso se explica devido à pressão externa exercida por um objeto, além da umidade e da fricção, que ajudam a agravar o quadro.

Quais os fatores de risco e os principais sintomas da doença?

Como a doença surge por atrito entre a pele e superfícies ou objetos, alguns indivíduos são mais propensos ao desenvolvimento dessas lesões. Pessoas idosas, acamadas ou com mobilidade reduzida e desnutridas compõem o grupo de risco.

Embora sejam mais evidentes em idosos, essas lesões podem surgir em qualquer idade. Principalmente em vítimas de acidentes graves ou em pessoas que passaram por cirurgias que exigem longo período de internação.

Fatores como diabetes, incontinência urinária e fecal ou perda da sensibilidade tátil em regiões de apoio também são marcadores importantes da doença.

Os sintomas mais comuns são as dores fortes e o risco de inflamação no local das lesões. Além disso, o desconforto característico da doença e as implicações psicológicas sugerem mais atenção do familiar responsável ou do cuidador de idosos.

Alguns pacientes têm a sensibilidade preservada e observam, já no início, o surgimento das escaras. Porém, naqueles que já perderam essa percepção do tato ou da temperatura corporal, o risco de evolução é bem maior.

Qual a diferença entre ferida e úlcera?

A principal diferença entre ferida e úlcera é a origem da doença. Ferida é a perda da integridade dos tecidos do corpo e sua origem varia de acordo com o agente causal: agressões à defesa imunológica, acidentes ou traumas são as causas principais das feridas.

As feridas podem ser de dois tipos: crônicas ou agudas. As primeiras são provocadas por cirurgias ou traumas e, em geral, o tempo de cicatrização é mais lento. Já as agudas podem originar de queimaduras ou de processos infecciosos, alérgicos, radiativos ou vasculares. Nestas, porém, a recuperação do tecido lesionado tende a ser mais rápida que nas feridas crônicas.

Algumas variantes — como a diabetes, por exemplo — podem agravar a situação. Em alguns casos, as feridas agudas demoram a cicatrizar e podem evoluir para o estado crônico.

Para melhor compreensão, vale destacar que as úlceras são classificadas como um tipo de ferida crônica. Entre as mais complicadas, as úlceras por pressão figuram como uma das primeiras da lista.

Quais os tipos de úlceras mais comuns?

As úlceras são lesões que surgem por causas variadas. Elas podem ser superficiais ou profundas, causam dor intensa e comprometimento de funções como a locomoção, por exemplo. Elas se originam por diferentes causas: má circulação sanguínea, traumas, cirurgias, fatores hereditários e doenças pré-existentes influenciam a formação de alguns tipos de lesões.

Em geral, as lesões crônicas podem demorar meses para cicatrizar. Além de comprometer a qualidade de vida, ainda podem evoluir para deformidades ou para a necessidade de amputação. No entanto, ainda que sejam causadas por problemas relacionados à má circulação do sangue, existem dois tipos de úlceras. Confira!

Úlceras arteriais

Também chamadas de isquêmicas, as úlceras arteriais surgem quando ocorre obstrução nas artérias. Essa condição provoca a redução do fluxo de sangue. Como o sangue não consegue nutrir adequadamente os tecidos da região, a falta de oxigenação das células resulta na morte celular e aparecem as lesões.

Essas úlceras são de difícil cicatrização e provocam muita dor. Há uma associação causal com a aterosclerose — formação de placas de gordura nas paredes dos vasos do coração — principalmente nas artérias de pequeno calibre. Assim, fatores como estilo de vida, alimentação inadequada e tabagismo contribuem para a elevação dos riscos para a doença.

Úlceras venosas

Esse tipo de úlcera também é conhecido como úlcera varicosa. Grande parte das feridas que acometem os membros inferiores correspondem a essa classificação. A influência genética coloca as mulheres como primeiras entre os grupos de risco para esse problema.

Fatores como sedentarismo e hábito de ficar em pé ou parado por muito tempo também concorrem para complicar a circulação sanguínea, o que pode contribuir para a origem da doença.

Em razão das consequências agravantes à saúde, a atenção e o cuidado com o idoso são fundamentais ao controle do surgimento das úlceras. O estágio das feridas influencia significativamente as chances de recuperação durante a fase senil.

O acompanhamento médico especializado e a realização dos exames específicos são relevantes ao diagnóstico precoce. Mas nada pode ser mais importante que o cuidado intensivo. Assim, é preciso investir nos recursos disponíveis e nas tecnologias para ajudar no acompanhamento da saúde do idoso.

Como as lesões por pressão estão classificadas?

A classificação e o diagnóstico da doença variam conforme a gravidade da lesão. Para facilitar a conduta durante o tratamento, convencionou-se classificar a lesão por pressão em 4 níveis distintos:

Nível 1 – Eritema

Essa fase inicial é chamada de hiperemia: uma vermelhidão provocada pelo maior acúmulo de sangue em uma área da pele. Esse tipo de lesão atinge as camadas mais superficiais da pele. A pele permanece íntegra, mas com manchas vermelhas. Entretanto, se a pressão local for aliviada, as machas tendem a desaparecer logo.

Nível 2 – Isquemia

É uma evolução da hiperemia quando a pressão exercida pelo atrito provoca o ferimento. Nesse nível, há o comprometimento de todas as camadas da pele, pode ocorrer a formação de uma bolha ou um ferimento superficial na região afetada.

Nível 3 – Necrose

Quando a lesão evolui muito, atinge o tecido adiposo e muscular e adquire um aspecto característico de tecido morto com coloração arroxeada. Nos casos mais graves, é comum o surgimento de um nódulo endurecido que pode sangrar.

Nível 4 – Ulceração

Esse é o grau mais crítico da lesão por pressão. Observa-se uma progressão da ferida em profundidade, com destruição das camadas da pele e do tecido muscular. Nas feridas muito profundas, os ossos e as articulações podem ficar expostos.

O envelhecimento é uma fase especial e que inspira muitos cuidados. Por isso, a opção por hábitos adequados que sinalizem um estilo de vida mais saudável é fundamental. Além disso, procurar um geriatra periodicamente e realizar exames de rotina são aspectos relevantes para a prevenção de doenças típicas nos idosos.

Quais as causas mais comuns de lesão por pressão?

Alguns fatores são considerados os principais agentes causais para o surgimento da doença. No entanto, o que mais influencia a formação de lesão por pressão é a diminuição de sangue, que compromete a oferta de nutrientes em determinada região do corpo.

Por isso, quando a pessoa fica na mesma posição — deitada ou sentada — por um período muito prolongado, há um risco maior de compressão da pele, o que pode provocar as escaras.

Outra questão agravante é a umidade em áreas mal ventiladas do corpo. Por isso, um dos cuidados mais recomendados é secar bem essas regiões e mantê-las hidratadas para manter a integridade da pele, principalmente em pessoas acamadas.

Vale salientar que, quando uma escara surge na pele, é bem provável que ela já estava sendo formada bem antes nos tecidos musculares da pessoa. Além disso, o risco de infecção bacteriana em uma ferida aberta ou malcuidada pode evoluir para sérias complicações.

Logo, os responsáveis pelo cuidado com o idoso — ou com quaisquer indivíduos do grupo de risco — precisam ficar alerta quanto a esses detalhes. O ideal é a monitoração permanente e o cuidado preventivo para evitar o surgimento dessas lesões.

Como é feito o diagnóstico da lesão por pressão?

Nem sempre é fácil observar o desenvolvimento das lesões, principalmente quando o idoso tem a sensibilidade prejudicada. Uma leve vermelhidão local é o primeiro sinal que indica a pressão entre a pele e a superfície de contato. Entretanto, na ausência de cuidados adequados, a lesão pode evoluir rapidamente para um grau mais avançado.

Logo, é necessário buscar ajuda médica a fim de que a pessoa seja avaliada e se submeta ao tratamento mais adequado. Ainda que a aparência da lesão seja característica, o profissional pode exigir alguns exames laboratoriais. O mais indicado para a confirmação do diagnóstico é a biópsia do tecido afetado.

Portanto, as pessoas que apresentam fatores de risco devem tomar cuidado e priorizar medidas preventivas. Nesse sentido, os idosos merecem atenção especial e um constante monitoramento de suas condições de saúde.

Quais os tratamentos e cuidados recomendados para lesão por pressão?

Considerando os sintomas e os fatores de risco para a doença, a escolha correta do tratamento é fundamental para reduzir a evolução da lesão por pressão e controlar os riscos de infecção.

Entre as opções de tratamento mais indicadas, estão:

Tratamentos convencionais

A lesão por pressão pode causar dor constante e bastante significativa. Para aliviar a situação e acalmar o paciente, a dor precisa ser monitorada regularmente.

Conforme o estágio da doença, analgésicos e anti-inflamatórios são as medicações mais utilizadas. Entretanto, em pacientes com função cognitiva prejudicada, recomenda-se a observação dos sinais vitais como indicativos do nível da dor.

Tratamentos alternativos

O tratamento para lesões que ainda não estão abertas é mais simples e pode melhorar a circulação sanguínea local e reduzir o risco de ferimentos. Uma alternativa segura são as massagens suaves com óleo de girassol ou creme hidratante. Esses cuidados favorecem a boa recuperação do paciente.

Intervenção cirúrgica

Lesões no estágio 4 podem exigir cirurgia. Nesses casos, a escarectomia é recomendada para a retirada total da região com necrose. Às vezes, quando a área lesionada é profunda, é preciso realizar um enxerto. Para evitar rejeição, recomenda-se que o material enxertado seja do próprio paciente.

Curativos

Nas lesões que já estão abertas, o ideal é que o tratamento seja feito por um profissional habilitado e em uma instituição de saúde. Esse cuidado objetiva evitar infecções, pois o uso equivocado de pomadas não indicadas ou a realização de um curativo sem a devida assepsia podem favorecer o ataque de bactérias.

Entretanto, se houver necessidade de trocar o curativo em casa, a limpeza da ferida deve ser feita com soro fisiológico, se possível morno. Cuidados como uso de gaze estéril, higienização adequada das mãos e uso de luvas são essenciais para evitar infecção.

Acompanhamento nutricional

A desnutrição coopera para a evolução das lesões por pressão. Em idosos, a falta de elementos responsáveis pelo equilíbrio nutricional pode prejudicar a cicatrização das feridas e evoluir para estágios mais graves.

Logo, a avaliação e o acompanhamento nutricional são primordiais ao efetivo controle da lesão por pressão. Se preciso, ofereça a alimentação pastosa e inclua um mix de legumes e vegetais para garantir as vitaminas essenciais à saúde do idoso.

Como prevenir lesão por pressão?

Alguns princípios são essenciais para a prevenção de lesão por pressão. Essas ações podem ser consideradas como um importante diferencial para o processo de controle desse problema. Entre os fatores mais importantes, destacam-se:

Cuidados com o banho

À medida que a pessoa envelhece, a pele fica mais fina, perde a elasticidade e se torna mais ressecada. O banho, então, elimina as células mortas e aumenta a resistência da pele, o que influencia a recuperação mais rápida em caso de lesões.

Por essa razão, o banho em idosos deve ser feito com bastante cuidado. Além disso, cabelos e unhas também precisam de cuidados especiais: cabelos limpos reduzem os riscos de coceira e de ferimentos no couro cabeludo. As unhas devem ser corretamente aparadas para evitar arranhões e ferimentos na pele.

Higienização da pele

Manter uma higienização adequada da pele é um aspecto muito favorável à saúde do idoso. Além de evitar o acúmulo de germes que causam diversos males, esse cuidado é essencial à prevenção de escaras típicas da terceira idade. Deve-se manter a pele dos idosos hidratada e limpa e evitar a umidade, principalmente na região genital.

Massagear a pele com cremes hidratantes ou óleos de banho estimula a área pressionada e promove o alívio da pressão exercida na pele. Porém, essas massagens devem ser feitas com bastante leveza a fim de estimular a circulação sanguínea e garantir a oxigenação necessária nas regiões mais propensas a feridas.

Mudança de posição

Em alguns casos, os cuidados precisam ser mais intensos para evitar o surgimento dessas lesões. Indivíduos hospitalizados ou aqueles que utilizam cadeira para idosos exigem mais atenção. Para prevenir a compressão na pele, o ideal é mudar as pessoas de posição a cada 2 horas.

Além do mais, utilizar camas com colchões macios e manter os lençóis bem limpos e esticados evitam o atrito sobre a pele. Trocar as fraldas geriátricas em um intervalo máximo de 4 horas e colocar travesseiros macios embaixo das costas ou dos cotovelos são medidas válidas.

Acompanhamento profissional

A lesão por pressão é uma doença que pode evoluir de maneira rápida e silenciosa. Às vezes, é difícil perceber a formação de manchas vermelhas que caracterizam a fase inicial da doença. Além do mais, a falta de experiência — e de conhecimento técnico — impede a identificação do problema.

Por isso, vale a pena contratar um cuidador de idosos. Esses profissionais são especializados e adequadamente treinados para proporcionar a atenção e o cuidado exigidos pelas peculiaridades dessa fase tão especial da vida.

Nem sempre os familiares dispõem de tempo ou de conhecimento técnico exigido para contornar os problemas típicos da idade avançada. Muitas doenças físicas podem surgir em decorrência de fatores psicológicos, como a ansiedade, a depressão ou mesmo a solidão em idosos.

Assim, além do cuidado especializado e da atenção às medidas preventivas importantes, esse profissional ainda se torna uma companhia agradável para o idoso. Desse modo, o cuidador poderá acompanhar o idoso ao médico, fazer caminhadas com ele ou passear com o seu animal de estimação, por exemplo.

Além dessas medidas, a melhor prevenção para as escaras é minimizar as chances de que elas se formem em regiões mais sensíveis ao atrito. Existem algumas ações úteis para auxiliar no cuidado com as pessoas que compõem o grupo de risco para esse problema.

Observe com atenção:

  • manter a hidratação;
  • cuidar da alimentação do idoso;
  • garantir a adequada hidratação corporal;
  • usar colchões de água, de gel de silicone ou de ar;
  • examinar diariamente a pele de todo o corpo do paciente;
  • evitar esfregar ou arranhar a pele durante a higiene pessoal;
  • massagear suavemente os pontos de pressão da pele sadia;
  • realizar a higiene da área genital com sabonete de pH neutro;
  • observar atentamente o surgimento de infecções causada fungos;
  • estimular a deambulação do paciente, conforme a condição física dele;
  • colocar almofadas de proteção para aliviar o atrito nas regiões mais sensíveis à compressão;
  • secar bem a pele após o banho, principalmente as regiões vulneráveis ao atrito;
  • utilizar roupa de cama de algodão para reduzir os riscos de pressionar ou de macerar a pele;
  • evitar quedas para reduzir os riscos de arranhões e de ferimentos que possam evoluir para lesões;
  • dar atenção aos sinais de descontrole emocional ou algo que possa reduzir a defesa imune do idoso.

Por que a alimentação equilibrada influencia a cicatrização de feridas?

Garantir uma alimentação balanceada é fundamental para assegurar o aporte necessário de substâncias — como as vitaminas e proteínas — importantes ao processo de cicatrização da pele. Por isso, familiares, enfermeiros e cuidadores devem garantir ao idoso uma alimentação rica nesses nutrientes.

A cicatrização das feridas resultantes das lesões por pressão envolve uma gama de eventos e situações especiais, nas quais a alimentação exerce um importante papel. O primeiro ponto é que o organismo de uma pessoa bem alimentada fecha as portas ao ataque de germes causadores de doenças.

Somado a isso, substâncias presentes nos alimentos são responsáveis pela reparação e reconstituição do tecido lesionado. Sem esses elementos, a cicatrização fica comprometida e ainda incorre no risco de aumentar o processo inflamatório.

Alguns alimentos são recomendados para ativar os processos cicatrizantes e aliviar os sintomas dessas lesões. Garantir o aporte desses nutrientes é fundamental à recuperação da saúde do idoso: eles promovem a reparação tecidual e a manutenção da integridade das camadas da pele.

Os alimentos mais ricos nessas substâncias são repolho, gengibre, salsa, laranja, abacaxi, morango, brócolis, aspargo, espinafre e outros que contenham vitamina K. Se o idoso apresentar dificuldades de deglutição, o ideal é que se utilizem suplementos alimentares.

Por fim, a lesão por pressão pode ser evitada mediante a atenção aos fatores de risco e a prevenção adequada. Sumariamente, considerar os determinantes que podem colocar em risco a saúde na idade avançada é fundamental.

No entanto, o cuidado com a saúde deve ser priorizado em todas as fases da existência. Pois as escolhas realizadas ao longo da vida determinam os hábitos que caracterizam o estilo de vida de cada ser.

Tendo em vista a influência desses fatores sobre as doenças senis, é preciso cultivar hábitos saudáveis e valorizar a integridade mental e física. Mais do que isso, convém refletir também sobre a necessidade de garantir o bem-estar para superar algumas doenças — como a lesão por pressão — típicas da terceira idade.

Gostou deste artigo? Então, não perca tempo: aproveite para aprender também sobre o significado do envelhecimento saudável na prática!

Escrito por:

Marcus Vinicius Zorub Montanha – Diretor Técnico

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