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O envelhecimento, do ponto de vista fisiológico, é o desgaste das células do corpo que foram constantemente renovadas ao longo da vida. Já do ponto de vista psicológico, refere-se, para alguns, a uma condição de dependência familiar.

A velhice é também uma fase preocupante que desencadeia problemas de saúde provenientes do estilo de vida inadequado durante a fase adulta ou que altera as relações sociais devido ao prejuízo nas funções cognitivas.

Dessa forma, pode-se dizer que o envelhecimento traz consigo mudanças significativas na vida do indivíduo, que deverão ser assimiladas e compreendidas gradativamente, de forma a vivenciar essa fase em sua plenitude e com menos riscos à saúde.

Se você quiser saber mais sobre a complexidade dessa etapa da vida, não deixe de ler nosso post!

1. O que significa o envelhecimento?

Envelhecer significa compreender as fragilidades do corpo humano, analisar as potencialidades do indivíduo e estar bem consigo dentro das limitações existentes, aproveitando ao máximo as oportunidades oferecidas.

O processo de envelhecimento das células do corpo é algo natural e a falta de renovação das unidades celulares é inevitável, mas é possível antever alguns problemas ou retardar sintomas.

1.1 Mudanças fisiológicas

A velhice causa perda da elasticidade da pele, lentidão dos movimentos corporais, alterações no padrão de sono (insônia ou sonolência diurna), fragilidade dos ossos, perda auditiva, modificações na função cognitiva (diminuição de memória, dificuldade de concentração etc.), entre outros sintomas.

A questão hormonal é uma característica fisiológica marcante nessa fase, ocasionando alguns problemas, como fogachos, calafrios e alterações emocionais nas mulheres que chegam à menopausa. Além disso, aumentam-se as chances de ter diversos tipos de câncer.

Nos homens, a perda de hormônios costuma ser menos sentida, mas traz alterações no padrão de sono, diminuição da disposição diária e da vitalidade e modificações na libido.

1.2 Mudanças psicológicas e financeiras

As mudanças fisiológicas podem vir acompanhadas de questões psicológicas e financeiras, pois essas são áreas afetadas pelo envelhecimento.

Idosos que se aposentam com poucos recursos financeiros tendem a ser mais depressivos e sozinhos em comparação àqueles com maior nível socioeconômico. Nesse momento, eles analisam sua produtividade ao longo dos anos, as oportunidades que tiveram, a relação de dependência com os filhos, entre outras questões.

Outras situações importantes envolvem a perda do companheiro (que é mais frequente nessa fase) ou a constatação da vida solitária por parte daqueles que nunca mantiveram um relacionamento estável, enquanto muitos ainda desfrutam da convivência com a família.

Na velhice também é frequente o desenvolvimento de transtorno bipolar e de distúrbios depressivos e ansiosos. Isso se deve à saída dos filhos do ambiente familiar, ao distanciamento geográfico da família e à sensação de vazio nunca antes observada.

Além disso, muitos indivíduos que trabalharam ativamente durante a juventude agora se encontram sem muitos afazeres, com uma rotina monótona e sem entusiasmo, frustrando as expectativas programadas previamente para essa fase.

As limitações físicas e a pouca disposição também afetam o estado emocional desses indivíduos, que precisam aceitar que algumas atividades ora realizadas sem muito esforço demandarão mais tempo ou alterações na rotina.

1.3 Formas de lidar com a velhice

Apesar das questões que citamos, é possível vislumbrar um cenário bem positivo, pois mesmo sabendo da complexidade que envolve o envelhecimento, muitos indivíduos estão se antecipando a essa fase. Para isso, buscam tratamentos preventivos, se dedicam aos exercícios físicos e realizam um bom planejamento financeiro. 

É importante lembrar que a velhice altera a saúde física e mental do idoso. Por isso, todos os envolvidos nessa nossa nova fase devem estar preparados para lidar com as mudanças que virão.

O processo de envelhecimento pode ser melhorado em alguns aspectos, para que a pessoa tenha qualidade de vida e felicidade, mesmo diante das limitações e da dependência vivenciada com o avançar da idade.

2. Por que se preocupar com o envelhecimento?

Na terceira idade, alguns pontos devem ser observados com cuidado, pois há uma maior probabilidade de acidentes domésticos com chances de complicações clínicas, uma grande dificuldade para controlar determinadas doenças etc.

Outro ponto importante é reconhecer que nessa fase aumentam-se os riscos para o desenvolvimento de algumas doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, colesterol elevado e distúrbios cognitivos (Parkinson, Alzheimer e demências).

No momento de diagnostico desses problemas, o médico prescreverá um número significativo de remédios que podem causar reações adversas com mais intensidade nos idosos. Outro ponto observado nesse quesito é a duplicidade de medicamentos que são prescritos por profissionais diferentes, situação muito comum devido à falta de comunicação entre os envolvidos.

Outra questão relevante é a fragilidade do sistema imunológico desses indivíduos, que ficam mais suscetíveis a doenças ou a sintomas graves, a ponto de necessitarem de internação hospitalar. Um exemplo disso é a gripe, que pode gerar complicações respiratórias e levar os idosos à morte.

Nesse sentido, é necessário intensificar os cuidados em períodos de maior variação climática, bem como é preciso ter atenção a alterações bruscas da umidade do ar e à possibilidade de epidemias de doenças virais.

Além das questões orgânicas, é fundamental ficar de olho nas mudanças de humor, principalmente quando elas estão relacionadas à necessidade de se sentir útil ou de reafirmar a independência para realizar atividades cotidianas.

Também é comum a resistência em aceitar acessórios que podem facilitar significativamente as tarefas diárias, como aparelhos auditivos, bengalas, cadeiras para banho, meias elásticas de compressão, entre outros.

Esses comportamentos surgem no início da velhice e podem se intensificar ou se transformar em outras manifestações mais graves, por exemplo, depressão, síndrome do pânico, transtornos ansiosos, fobias etc.

3. Qual a importância da prevenção para o envelhecimento?

O envelhecimento é uma mudança orgânica e emocional comum a todos que chegam à terceira idade. Todavia, muitos o consideram como o fim da vida, enquanto outros enxergam a possibilidade de realizar atividades nunca antes imaginadas.

Nesse sentido, é preciso entender que essa fase não é temerosa se ela for assimilada com amor, paciência, disciplina, atenção, planejamento, apoio familiar e mudanças de perspectivas.

Considerando esses princípios, é importante compreender as principais angústias, analisar as possibilidades para melhorar a qualidade de vida, recrutar todos os familiares envolvidos, contratar cuidadores quando necessário e desfrutar da companhia dos idosos enquanto possível.

Outro fator relevante é monitorar os sintomas da velhice para prevenir problemas. É interessante antecipar soluções e buscar sempre alternativas terapêuticas menos invasivas e com maior aceitação pelos idosos.

A seguir, demonstraremos algumas estratégias bem-aceitas pelas pessoas mais velhas e explicaremos como elas podem ser implementadas.

3.1 Cuidados familiares com o envelhecimento

Os cuidados geriátricos devem ser analisados previamente após a consulta com um profissional capacitado. Nesse atendimento serão abordadas limitações físicas e cognitivas, bem como as possibilidades de intervenção.

É possível que alguns idosos necessitem ou prefiram viver sozinhos e, nesse caso, eles devem ser acompanhados por colaboradores que realizem a limpeza do ambiente e preparem as principais refeições. Aqui, estamos falando de idosos independentes, com habilidades físicas e cognitivas preservadas.

À medida que as limitações físicas e cognitivas começam a surgir e influenciar o cotidiano desses indivíduos, é importante procurar a ajuda de especialistas e instituir rotinas diferenciadas. Desse ponto em diante, alguns cuidados geriátricos já serão feitos por cuidadores.

No estágio de grande dependência, é possível observar idosos com capacidade cognitiva comprometida, que não reconhecem rostos familiares, são mais acuados e não apresentam interação social. Também há aqueles que se encontram acamados ou em estágio de pouca reação.

Sendo assim, uma reunião entre os filhos, netos e amigos próximos é fundamental para traçar a linha de cuidados, levantar os custos de cada terapia, verificar a situação financeira do idoso e dividir a responsabilidade entre todos.

3.2 Cuidados no ambiente residencial

Pessoas com idade avançada, devido à fragilidade óssea, tem maior probabilidade a quedas, situação que pode deixá-las sem a mobilidade das pernas ou comprometer a integridade de outros ossos cronicamente.

Dessa forma, qualquer medida que minimize o risco de tombos será bem-vinda, ainda que ela seja aplicada em um lugar onde o idoso passará apenas algumas horas do dia e estará frequentemente assistido por um cuidador.

Nesse sentido, é aconselhável retirar tapetes dos banheiros, instalar corrimão nas paredes do box ou ampliar o acesso para a inserção de cadeiras de rodas nesse local, a fim de facilitar o banho dos idosos. Também é desaconselhado o banho em banheira, devido à dificuldade para se manter estável em uma névoa de espuma e para reerguer o corpo ao sair do local.

Na cozinha, é preciso que os talheres, pratos e copos estejam no máximo ao alcance dos olhos, para facilitar o acesso aos artefatos principais. Também é possível avaliar a necessidade de utilizar artefatos de plástico, principalmente para os idosos que têm dificuldades de segurar os objetos sem tremer. Utensílios pouco usados e que necessitam de escadas para que sejam alcançados devem ser responsabilidade de outros residentes da casa.

Nos quartos, é preciso primar pelo número reduzido de adornos pequenos e frágeis próximos às cabeceiras da cama, principalmente os quebráveis. Além disso, é válido sempre manter um abajur ou lâmpadas por perto para acioná-los quando necessário. Ademais, nesses ambientes, sugere-se que o uso do ar-condicionado seja feito sempre por meio do controle remoto e que as janelas tenham proteção contra insetos e roedores.

Já as salas de estar devem ser planejadas com poltronas confortáveis, sofás com declínio para frente e mecanismos para ajustar os pés quando esses indivíduos estiverem assistindo televisão ou contemplando a vista da janela.

3.3 Cuidados geriátricos

O idoso que precisa utilizar medicamentos contínuos deve ter total conhecimento desses produtos, desde o horário em que o remédio deve ser administrado até os sintomas que podem indicar intoxicação ou falha da terapia.

Como a maioria das pessoas mais velhas não tem essa informação, mesmo aquelas com maior nível socioeconômico, é importante buscar ajuda para organizar a rotina desses procedimentos e descobrir casos que necessitam de intervenção médica.

Sendo assim, é essencial que um familiar se responsabilize por essa situação, elaborando um arquivo com os principais acontecimentos médicos do passado, os resultados de exames e as prescrições medicamentosas, incluindo o tempo de uso dos remédios.

Também é fundamental que ocorra um acompanhamento para a prevenção de assaduras que acometem indivíduos que usam fraldas geriátricas, bem como tratamentos preventivos para evitar úlceras de pressão em idosos acamados.

Outros cuidados incluem a verificação periódica da pressão arterial em farmácias e drogarias e a mudança no padrão alimentar, a fim de evitar alimentos muito condimentados (pois há o risco de desenvolver hemorroidas) e preparações mais indigestas.

A hidratação frequente também deve ser bem monitorada para evitar o desenvolvimento de doenças respiratórias e outras condições clínicas que prejudicam o organismo como um todo.

4. Qual é o papel da família?

O principal papel da família durante a velhice deve ser sempre prestar acolhimento, mesmo que tenham existido desavenças no passado, mágoas e ressentimentos. Esse é o momento em que os idosos se tornam “filhos” e precisam de cuidados.

Acolher alguém é algo sublime e surge independentemente de laços de parentesco, mas essa atitude com as pessoas de mais idade está diretamente relacionada à compreensão das nuances do envelhecimento e dos impactos que essa fase pode causar na vida de todos.

Sendo assim, a família e os amigos próximos devem compreender inicialmente que os processos da velhice são gradativos e individuais. Alguns idosos conseguem captar a essência mais rapidamente e outros se recusam a aceitar o envelhecimento.

Mais um ponto fundamental para a família é ter paciência, característica que deve ser exercida quando o idoso realiza lentamente as atividades, tem dificuldade para assimilar muitas informações ao mesmo tempo e mostra falta de destreza para realizar algumas tarefas.

Também é preciso demonstrar calma em situações que envolvem a teimosa desenvolvida ou intensificada no envelhecimento, as mudanças bruscas de opinião, a discussão sobre aspectos irrelevantes, a preocupação excessiva com os aspectos financeiros etc.

5. Qual a importância do apoio psicológico?

Como vimos, o envelhecimento costuma trazer ou intensificar problemas emocionais. Assim sendo, o apoio psicológico é importante para amenizar esse sofrimento, despertar sentimentos positivos, incentivar a interação social com indivíduos da mesma idade e mostrar que é possível participar de eventos da maturidade.

A abordagem sobre esse assunto com o idoso requer uma certa habilidade, pois muitos negam que estejam passando por dificuldades emocionais e afirmam que conseguem lidar sozinhos com os seus novos sentimentos.

Outro ponto importante é que algumas manifestações psicológicas são sintomas indiretos da depressão, mas poucas pessoas percebem isso. Alguns exemplos são as alterações de apetite e sono e a falta de prazer para realizar atividades cotidianas.

Então, é preciso compreender a complexidade dos transtornos na mente dos idosos, encaminhá-los ao especialista, acompanhar o tratamento e relatar qualquer situação desagradável que possa estar relacionada a essa fase.

6. Por que o apoio multidisciplinar é essencial?

A velhice não é uma doença, mas sim uma condição de saúde que demanda cuidados especiais. Portanto, a assistência multidisciplinar é um dos pontos mais relevantes para manter a qualidade de vida nos idosos.

Sendo assim, a equipe de cuidados geriátricos deve ser composta por:

  • geriatras;
  • fisioterapeutas;
  • nutricionistas;
  • psicólogos;
  • terapeutas ocupacionais.

Também é interessante contar com opções diferenciadas, como fitoterapeutas, terapeutas holísticos etc.

Essa equipe é fundamental, pois cada indivíduo necessita de assistência conforme seu perfil clínico, socioeconômico e familiar — pontos importantes para instituir o melhor tratamento para os pacientes.

Enquanto muitos idosos demandam apenas cuidados simples, como o uso de vitaminas, a supervisão nos exercícios físicos e o acompanhamento psicológico, outros necessitarão de cuidados integrais, envolvendo diversos especialistas.

Em todo caso, o principal é que os profissionais trabalhem em conjunto. Por exemplo, a intervenção de um nutricionista deve estar alinhada com o tipo e a intensidade dos exercícios propostos pelo educador físico para não comprometer o estado de saúde da pessoa que está em tratamento.

O farmacêutico é outro profissional de extrema importância, pois organizará junto com a família o melhor horário para a administração dos remédios, considerando o intervalo prescrito pelo médico. Ele ainda orientará sobre o uso de medicamentos de venda livre e poderá dar informações nos casos de pacientes que usam sonda nasoentérica.

O enfermeiro também é essencial para os cuidados com os idosos, pois pode aferir os principais parâmetros vitais (pressão arterial, temperatura etc.), realizar procedimentos específicos (tratamento de feridas, aspiração de secreções, entre outros) e acompanhar a evolução clínica do idoso doente.

Sendo assim, a integração entre vários especialistas facilita significativamente os cuidados geriátricos, de forma a evitar a duplicidade nas condutas, diminuir o uso de medicamentos desnecessários e eliminar os remédios que foram prescritos por tempo determinado, mas continuam sendo usados.

7. Como lidar com as mudanças na rotina?

A velhice traz consigo algumas mudanças que afetam significativamente a rotina dos idosos. Como a disposição vai diminuindo progressivamente, vários sintomas são percebidos, como cansaço mais frequente, dores nas pernas e dificuldade para se ambientar em lugares barulhentos.

Dessa forma, é aconselhável que a família e os cuidadores observem alguns comportamentos dos indivíduos que estão passando por essa fase e realizem os desejos deles, dentro do possível, evitando, assim, desentendimentos desnecessários.

No entanto, em algumas situações, é preciso paciência para a negociação. Um exemplo disso é a inserção de caminhadas frequentes, como recomendação médica, atividade que pode ser recusada pelo idoso. Nesse caso, é aconselhável iniciar essa ação em pequenos trechos, de preferência ao ar livre para gerar motivação, com pausas para descanso e sempre com roupas confortáveis e muita hidratação.

Outros pontos de grande discussão incluem determinar o horário para as principais refeições e lanches, convencer o idoso a tomar seu banho diário e realizar a troca das fraldas geriátricas periodicamente.

Nessas situações, a compreensão deve ser o elemento prioritário. É preciso mostrar a importância dessa rotina e explicar que não realizar essas ações pode causar problemas para a saúde do idoso.

8. Como envelhecer com saúde?

Um dia, todos vamos envelhecer, então, é importante vivenciar os anos com saúde e serenidade, para que os acontecimentos negativos não influenciem esse momento.

Portanto, o processo de se reavaliar como ser humano, considerando as conquistas e a perdas, é importante, pois pode trazer consequências que perpetuarão ao longo dos anos finais da vida. Elas podem ser boas ou ruins, tudo depende de como o indivíduo olhará para o futuro.

Cada ano pode ser um martírio para quem está vivendo um luto ou questões conflituosas ou uma oportunidade para quem espera muitas energias boas durante toda a vida.

Falando da velhice propriamente dita, para muitos idosos em sã consciência, apesar das limitações que a idade impõe, é imprescindível aproveitar os momentos restantes de forma prazerosa, sem desculpas e arrependimentos. É importante ressaltar que alguns idosos apresentam uma saúde invejável, mas nem por isso vão deixar de recorrer aos filhos quando estiverem apreensivos com algo. É necessário estar preparado para todas essas variáveis.

Já para aqueles velhinhos que se perderam mentalmente, é fundamental o acolhimento da família. A gratidão é o melhor sentimento nessas situações. Por isso, é importante que os membros do núcleo familiar se lembrem de tudo que o idoso já fez por cada um deles.

Por fim, para primar pelo envelhecimento saudável, é essencial respeitar as condições clínicas e emocionais dos indivíduos. Para isso, é recomendado não realizar procedimentos invasivos desnecessários, respeitar as vontades das pessoas mais velhas, quando for pertinente, e manter sempre o cuidado e o carinho.

O cenário dos idosos no Brasil é complexo e perpassa pela percepção da cultura do envelhecimento, ao mesmo tempo em que apresenta diversos tipos de indivíduos que estão nesse patamar. 

Como vimos, o fato de assistir a um idoso depende de uma rede de cooperação formada por amigos, parentes, cuidadores (quando necessário) e acompanhamento interdisciplinar para os problemas de saúde apresentados. Dessa forma, a velhice será vivida com menos pesar e os velhinhos se sentirão acolhidos e felizes em seu ambiente familiar ou sob os cuidados de pessoas capacitadas para realizar essa função.

Ou seja, o envelhecimento pode ser vivido intensamente, independentemente das condições do idoso. Basta observar as ações que os deixam satisfeitos e demonstrar amor e atenção nessa fase da vida.

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